quarta-feira, 16 de julho de 2014

COMO IMPORTAR PRODUTOS CASEIROS

Todos sonham em ser milionário, mas nem sempre é possível virar um Donald Trump da vida ou ganhar na mega sena. Para quem tem criatividade e que põem a mão na massa não existe obstáculos que não possam ser vencidos. Desde do ano de 2011 foi se notado um aumento de venderas que exportam seus produtos para outras regiões do Brasil e até para fora do país. Desde de pulseiras personalizadas e até docinhos caseiros , muitas pessoas estão se aventurando em exportar suas criações .O site irá dar umas dicas de como ter sucesso e não cair em nenhum golpe. A decisão de exportar deve situar-se em um quadro mais amplo do planejamento estratégico da empresa e da construção de sua visão de futuro. As empresas brasileiras de pequeno e médio porte raramente estão configuradas para conquistar seus clientes em outros países e pode ser um caminho árduo até que se consigam os primeiros resultados. Cada mercado tem suas particularidades, mas vale comentar alguns pontos que podem ser de utilidade geral: - Visite feiras no exterior – você vai conhecer seus potenciais futuros concorrentes e pode ter acesso a ideias e produtos, mesmo para o mercado interno. - Avalie associar-se a outras empresas do mesmo segmento e apresentar um projeto à APEX- Agência de Promoção de Exportações (www.apex.gov.br). Para bons projetos, há recursos disponíveis. - Desenvolva site e outros materiais de promoção em, pelo menos, inglês e espanhol. - Conheça as especificidades de cada mercado alvo e adéque seus produtos – frequentemente é necessário atender a normas de segurança, higiene e buscar certificações internacionais. - É necessário constância de propósito, pois serão muitas barreiras a enfrentar. - Tenha foco na escolha dos mercados alvo e produtos a exportar – considere concentrar-se em apenas parte de sua linha de produtos. - Ao elaborar a lista de preços para exportação você deve usar dólares americanos ou euros e deve considerar as isenções de impostos e outros incentivos assim como os preços praticados pela concorrência em cada país. - Existem calotes internacionais e é necessário proteger-se, normalmente exigindo pagamento antecipado, cartas de crédito ou seguro de crédito. - Prepare-se para enfrentar barreiras. - Procure os parceiros certos em cada país alvo. Existem riscos a considerar e evitar: variações cambiais; encarar exportação como atividade de curto prazo; falta de conhecimento, disposição e flexibilidade para aprender; descuidar do mercado interno; falta de planejamento adequado; falta de seriedade, persistência e determinação. De um lado, exportar é como vender no mercado interno: é preciso cuidar de preço, qualidade, pós venda, divulgação e distribuição. Por outro lado, exportar é diferente de vender no mercado interno: é longe, são outros costumes, outro idioma, a concorrência é maior, há mais exigências, menos tolerância ao erro. Apesar de todas as dificuldades, as empresas que tem sucesso na conquista de clientes fora do Brasil podem descortinar excelentes oportunidades de crescimento e atingir novos patamares de excelência.

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